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Documentários imperdíveis

The Mask You Live In

The Mask You Live In é um documentário dirigido por Jennifer Siebel Newsom e lançado no ano de 2015, no qual se explora o tema: o que é considerado ser um “homem” na sociedade norte-americana e, como o machismo e sexismo afetam negativamente – não só as mulheres ou qualquer minoria social – mas até mesmo os homens héteros; provando, assim, o quão mau fundamentado está o conceito de masculinidade e o quanto essa concepção influencia de forma grave e negativa o desenvolvimento de todo o resto da sociedade.

A obra procura dar um panorama social, de forma a provar que a educação equivocada acerca da performance de “ser um homem” no campo social, tem grande culpa pela maneira caótica na qual a sociedade se encontra.  

Trata-se de um documentário de difícil “digestão”, visto que é um tema muito profundo e que gera grande tensão. Quanto à forma, o longa-metragem se utiliza de uma linguagem documental mais tradicional, ou seja, é composto por entrevistas e testemunhos de inúmeras pessoas em seus diferentes casos, entretanto, sempre procurando provar que tais problemas têm a mesma origem: uma educação sexista.

Rita Lee – Ovelha Negra

O documentário sobre a vida da Rita Lee conta com a presença da cantora falando de alguns momentos da sua trajetória, mas a parte que mais chama a atenção é o “antes” dela ser conhecida. Sua infância até o início da sua juventude.

Ela nos traz fragmentos de histórias interessantíssimas como o fato de ser filha de um americano com uma italiana, de ter estudado na escola Liceu Pasteur, em São Bernardo do Campo e ter aprontado poucas e boas por lá.

Carta Para Além dos Muros

O documentário é escrito por e dirigido por André Canto. Com um cenário minimalista, o longa-metragem procura destacar os convidados em si e seus relatos. Trata-se de um documentário sobre o vírus HIV.

Dentre os entrevistados há profissionais de diversas áreas, e uns revelam que têm o vírus, outros não têm ou pelo menos não deixaram claro.

O importante é que, apesar de hoje as pessoas portadoras poderem ter uma vida normal e saudável, o preconceito e a ignorância permanece.

Por isso, o documentário tem o objetivo de informar sobre a doença, mas dá a impressão que o principal ali é retratar como foi a repercussão na época assim que o vírus surgiu e começou a se propagar.

Claro que qualquer vírus que surge vai naturalmente causar pânico, pois não há informação o suficiente para que as pessoas saibam como se proteger, bem como os profissionais de saúde ainda não possuem antídoto, vacina, remédios.

Tudo o que é novo causa medo, insegurança e paranóia. Claro que todo o cuidado é pouco para certos tipos de doenças, mas no caso, cada vírus se propaga de uma forma.

O HIV é muito mais simples de se prevenir, de se proteger contra, e mesmo que infectado; embora a pessoa tenha que ter certos cuidados e viver com algumas prescrições, hoje é totalmente controlável, embora não curável.

Pelo menos, ainda. 

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