BYD vira a 3ª marca do país e provoca a Toyota; veja a resposta
A chinesa emplacou 24.467 veículos em agosto e lidera o varejo há cinco meses. A japonesa respondeu à alfinetada e transferiu a produção do Corolla.
Empresa BYD Auto
A BYD é a montadora chinesa que virou a terceira marca mais vendida do Brasil em 2026. Produz em Camaçari, na Bahia, e lidera o varejo automotivo desde abril.
| Origem | China |
|---|---|
| Fábrica no Brasil | Camaçari, Bahia |
| Capacidade | 150 mil veículos por ano, com plano de chegar a 600 mil |
| Modelos locais | Dolphin Mini, King e Song Pro |
| Posição (agosto de 2026) | 3ª no ranking geral, com 9,30% do mercado |
| Nacionalização | Meta de 50% até o fim de 2026 e 70% até dezembro de 2027 |
Esta página traz a ficha da operação brasileira e a posição de mercado. Abaixo, as notícias da Revista Foco que citam a BYD.
O complexo baiano começou com capacidade para 150 mil veículos por ano e já passou de 100 mil unidades produzidas. O plano é dobrar para 300 mil numa segunda fase e chegar a 600 mil no futuro, com até 12 modelos.
A meta declarada é ter 50% das peças e componentes nacionalizados até o fim de 2026, e 70% até dezembro de 2027. Entre o fim de 2027 e meados de 2028, a companhia promete um carro 100% produzido no Brasil.
Em agosto de 2026 a marca emplacou 24.467 veículos, alcançou 9,30% do mercado e chegou ao terceiro lugar geral. No acumulado do ano cresce 118,69%, contra 19,78% do mercado, e lidera o varejo desde abril.
Desde julho de 2026, veículos elétricos e híbridos importados pagam 35% de imposto de importação, contra as alíquotas menores que vigoravam antes. É o que explica a pressa para produzir e nacionalizar dentro do país.
Os dados desta página foram conferidos em 5 de setembro de 2026, em duas fontes independentes. Notou imprecisão? Avise nossa equipe pela página de contato.
A chinesa emplacou 24.467 veículos em agosto e lidera o varejo há cinco meses. A japonesa respondeu à alfinetada e transferiu a produção do Corolla.