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Os roubos de celular têm aumentado. Como proteger minhas contas bancárias?

Proteger contas bancárias no celular

Já faz algum tempo que venho chamando a atenção para a necessidade de manutenção da segurança dos “gadgets”, especialmente dos smartphones e de cuidados que todos devem ter para, no caso de perda, furto ou roubo, evitar que os criminosos acessem os aplicativos de redes sociais, trocas de mensagens e similares para aplicar golpes em terceiros, bem como, especialmente, os de relacionamento bancário e financeiro. 

Com o aumento vertiginoso dos casos de furto e roubo dos aparelhos celulares (47% somente de 2020 a 2021), a preocupação aumenta sensivelmente; estima-se que 35% dos brasileiros tiveram um celular roubado ou furtado ao menos uma vez (fonte1). Desta forma, é bom ficar atento (a) e seguir algumas dicas, tomar providências e fazer procedimentos para evitar, além da perda do aparelho, outros prejuízos financeiros para si e para terceiros. 

Especialistas da área compilam as seguintes providências que juntamos para facilitar a SUA vida; de toda forma a primeira (1ª) providência a se fazer é tentar apagar remotamente as informações (veja abaixo) e registrar a ocorrência policial (B.O.) para ter a prova do fato; fique atento naquilo que armazena e deixa disponível em seu smartphone, pois é a partir daí que os criminosos agem. Veja alguns hábitos que permitem acesso aos seus aplicativos, especialmente bancários: 

  1. Deixar o celular desbloqueado ou com muito tempo entre o desbloqueio e o bloqueio automático (no caso de um roubo “relâmpago” o criminoso já está com acesso direto aos seus dados e conteúdos); 
  2. Deixar documentos e números de documentos armazenados no aparelho sem um bloqueio do arquivo e usar esses dados nas senhas (estima-se que a senha mais comum no mundo é 123456, além de dados de aniversário e documentos pessoais): evite senhas fáceis e óbvias
  3. Ainda sobre as senhas: além de não criar senhas fáceis e óbvias, não use a mesma senha para diversas operações: isso facilita e muito a vida dos criminosos; 
  4. Jamais anote senhas no smartphone: as memorize ou deixe em local seguro, mas nunca as carregue com você; 
  5. Manter todos os aplicativos atualizados, especialmente os bancários; usar um antivírus verdadeiro, com licença e manter a “varredura periódica” do aparelho em dia (recomenda-se a varredura semanal pré programada para não se esquecer). 

Anotou tudo aí? E se eu fizer tudo isso estou livre de ter meus aplicativos invadidos? A resposta, infelizmente, é NÃO. Os criminosos têm conseguido acesso a ferramentas tecnológicas avançadas para descriptografar estas informações; mas isso leva tempo e recursos, o que atrasa os golpes. De toda forma, com o B.O., o bloqueio do celular e a ferramenta de apagar os dados a partir do bloqueio, sua segurança aumenta. Porém, podem surgir prejuízos que acontecem desta forma: 

  1. Não deixar o e-mail aberto e não configurar a renovação de senha dos aplicativos somente por e-mail: se isso estiver disponível os criminosos criam novas senhas a partir desta vulnerabilidade: configure para pedir conta e agência, além da segurança em duas (2) etapas e NUNCA deixe estes números armazenados no aparelho;
  2. Evitar ao máximo deixar disponível em mensagens ou documentos os números de CPF e RG, que podem ser solicitados para novas senhas; sempre que os disponibilizar para qualquer fim, apague; 
  3. Evitar deixar documentos no celular que contenham estes dados: é a partir daí que as tentativas de acesso começam. 

Até aqui ok? A maioria das pessoas não sabe como “limpar as informações” remotamente, portanto, segue um link no rodapé para verificar como fazer. Faça isso IMEDIATAMENTE após a constatação do furto/roubo/perda do aparelho (e corra fazer o B.O como já dissemos). 

Por fim, segue mais dicas de proteção: 

  1.  Esconda o conteúdo das notificações na tela de bloqueio (algumas, como de mensagens, podem incluir códigos de autenticação em duas etapas); 
  2. Configure o celular para não permitir que o controle do wi-fi e do 3G/4G seja acessado com o aparelho bloqueado (criminosos desligam a internet para evitar a formatação remota);  
  3. Ajuste o tempo de tela do telefone para que ele seja bloqueado após alguns segundos sem usar — ou mínimo de tempo possível permitido pelo sistema. 

Tome todo o cuidado com seu smartphone e com as informações nele inseridas. Se mesmo assim teve o infortúnio, siga as recomendações e procure um advogado de confiança para outras orientações (inclusive interface com Bancos, Financeiras, Cartões, etc.); com essas atitudes pode evitar muitos prejuízos e dissabores. MOSP Advogados: trazendo informações relevantes para a SUA VIDA.  

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