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O “Olhar Azul” que atravessa barreiras

Você já sentiu na pele o olhar da falta de aprovação? Você já se sentiu sob olhares de estranheza? Você já foi tratado como diferente apenas por ter percepções mais aguçadas?

Talvez, dentro de suas condições “normais”, você não tenha que se importar tanto com aprovações dos semelhantes, mas para uma turminha da Associação “OLHAR AZUL”, nem sempre as coisas foram fácies ou aceitáveis.

A Associação OLHAR AZUL, nasceu no ano de 2019, na cidade de Ibitinga, interior de São Paulo, com o objetivo de auxiliar crianças diagnosticadas com autismo em tratamentos. Ela tomou força, principalmente, através da união de mamães de autistas, que dividem diariamente o desejo de proporcionar aos filhos um lugar mais carinhoso, cheio de respeito e igualitário.

Infelizmente, em nossa sociedade a criança autista ainda sofre diversos tipos de preconceito, talvez pelo fato de ser um diagnóstico desconhecido, com sintomas e características que variam para cada ser.

“Quando soube do diagnóstico do meu filho fui indicada para um longo tratamento, que exigia um mínimo de 10 horas semanais de auxílio de profissionais”, contou Natália Vergaças, uma das idealizadoras da Associação Olhar Azul.

Engana-se quem pensa que foi fácil contar com esse auxílio, a primeira dificuldade foi encontrar profissionais que atuassem nas áreas específicas necessárias para o tratamento. Essa foi a primeira luta.

Dizem que em campos de batalha também podem nascer flores, e assim foi o contato com a fonoaudióloga Lara Amorim, durante a batalha enfrentada por mamães de autistas. A profissional da saúde foi uma das profissionais que organizou diversas reuniões, abraçando os corações das famílias que sofriam ao se deparar com preconceito e dificuldade de tratamento aos autistas.

Atualmente, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CD), dos Estados Unidos, apontou que uma em cada 59 crianças tem o diagnóstico positivo para autismo e, infelizmente não há como identificar o Transtorno do Espectro Autista (TEA) durante pré-natais, por exemplo. O diagnóstico é baseado no comportamento.

A maioria das crianças autistas possuem características marcantes: elas têm dificuldade de manter contato visual, tem dificuldades em iniciar uma integração com amigos, dificuldades para se expressar e apresentam comportamentos repetitivos.

Hoje, a criança diagnostica com TEA precisa de uma série de cuidados com, alimentação, fonoaudiologia, psicoterapia, fisioterapia e, em alguns casos, até mesmo remédios. Por esse motivo, a Associação Olhar Azul continua trabalhando para incentivar famílias a não desistirem do tratamento.

Ser uma criança autista é completamente normal. Elas sentem necessidade de brincar, correr, pular, expressar – da forma delas – os sentimentos e, embora as famílias passem por tantas dificuldades no tratamento médico e psicológico, a falta desta estrutura poderia acarretar problemas ainda maiores.

Neste caminho, a Associação Olhar Azul busca diariamente métodos que minimizem as dificuldades para o tratamento do TEA. Se você, leitor, ainda não conhece o trabalho desta Associação, esta é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais sobre o que os profissionais e familiares envolvidos nesta causa proporcionam.

Mas, vamos fazer o seguinte? Para que você tenha um conteúdo bem amplo e explicadinho sobre este tema, vamos deixar para a próxima semana uma matéria contando sobre todos os profissionais que atendem na Associação?

E, enquanto isso, se você quiser ajudar ou ser ajudado pela associação é só entrar em contato pelo telefone (16) 99462-8691

Até a próxima semana! 😉

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