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Dica de filme para o fim de semana: Eu Me Importo

O filme narra a história de Marla, que trabalha como “curadora” de idosos que aparentemente não têm mais condições de viverem sozinhos e administrarem seus bens.

Não vão pensando que ela é uma “cuidadora”. Não é enfermeira e nem algo do tipo. Mas sim uma profissional que administra o dinheiro dos seus clientes. Porém, no caso dela, age de má fé. Pois o fato é que ela conta com um esquema e uma equipe que detecta idosos mais abonados, com pouca ou nenhuma família, e então tira vantagem disso, fazendo com que o idoso, em questão, se torne vítima da extorsão.

Apesar de muito bem humorado, o filme tem cenas pesadas e traz, justamente, uma crítica ao caráter de pessoas que agem assim.

Dica de filme Eu Me Importo

Acredito, inclusive, que haja uma crítica a essa intervenção do estado estadunidense na vida dessas pessoas, uma vez que os idosos sequer participam da corte para decidir se precisam ou não dessa assistência. Mas não são eles os mais interessados nisso? Não se trata da vida deles? Porque eles não têm voz nisso? A decisão e todo o processo judicial é, no mínimo questionável e uma crítica válida. Algo que eu, pessoalmente, não imaginava que era assim num país que se vende como super neoliberal.

O filme é genial, porque brinca com nossos sentimentos. No início, a gente se sente mal com a protagonista enganado e sugando suas vítimas. Depois, pode ser que nos sintamos mal pela violência que ela sofre. A verdade é que por incrível que pareça, no fim do filme você entende todos os lados dos personagens. E por mais que não concorde com eles, quer que eles paguem dentro da lei, e não sendo violentados.

Nenhum personagem realmente tem bom caráter. Ninguém é inocente. E é justamente isso que torna quase impossível escolher um lado.

Dica de filme Eu Me Importo

E sendo a protagonista uma pessoa inescrupulosa ou não, é de se admirar que seja uma mulher nesta posição. Marla tem uma força e uma exuberância de dar orgulho. Com certeza um símbolo de empoderamento. Mas infelizmente ela acha que os fins justificam os meios.

No entanto, dá orgulho um filme explorar uma personagem feminina tão determinada como essa. Independente de todo mal que ela faça, o filme traz a análise de que tudo o que ela faz “dói mais, porque ela é mulher”. No sentido de que, apesar de tudo que ela fez, as suas vítimas masculinas se sentem no direito de desejar que ela seja violentada e falar outros absurdos. Mas é admirável o jeito com que Marla se defende dessas ofensas sempre com muita superioridade.

Dica de filme Eu Me Importo

Eu acredito sim que homens menos desconstruídos que assistam o filme se sintam incomodados com ela, e que, se fosse, por exemplo, um “Don Draper” ali, aí tudo bem. Ele seria admirável.

Ela é uma pessoa ruim, independente do seu sexo e de sua orientação sexual. Mas realmente parece que a força de Marla parece incomodar a todos os homens, dentro e fora do filme. E honestamente, é muito bom ver isso, porque não há muitas personagens como esta no cinema ainda.

Dica de filme Eu Me Importo

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