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Filme ibitinguense percorre o mundo

O filme “O Canto do Sabiá”, que é uma obra da ibitinguense Amanda Mergulhão Ferrari, recebeu nesta semana o prêmio de MELHOR FOTOGRAFIA no Festival de Cinema de Bento Gonçalves. Além disso, ele também foi selecionado para mais de 8 festivais nacionais e internacionais. Um filme que retrata o folclore, a fantasia e traz muitas memórias, capturadas na “Fazenda Voltinha”, localizada no Distrito de Cambaratiba, da Estância Turística de Ibitinga.

“Por ser do interior, tenho uma ligação muito forte com esse folclore tão ‘raiz’. E hoje vejo que cada vez mais os jovens não sabem do que se trata, ou não tem tanto interesse. Isso é algo muito triste e que penso que não deveria se perder.”, contou a roteirista Amanda.

Muitos detalhes do filme, a roteirista e diretora e todos da equipe, já contaram no documentário “O Canto do Sabiá – Por Trás das Câmeras”, mas o que poucos sabem é que o filme nasceu em uma madrugada cheia de reflexão.

“Eu estava no quarto semestre da faculdade de cinema na FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado, em São Paulo. Era justamente nesse período que iniciávamos a parte prática da criação dos filmes. Estava na inquietude da madrugada tentando escrever alguma coisa. O Canto do Sabiá veio na minha cabeça a partir do momento que percebi que queria escrever uma história de fantasia, já que é o meu gênero favorito junto do de aventura.” – detalhou a diretora

Foi a junção de duas paixões – filmes “de época” e o gênero fantasia – que deram início ao roteiro, despertando a artista para escrever e enriquecer o conteúdo através de muitas pesquisas que duraram praticamente uma gestação, foram longos 9 meses de trabalho. Com o roteiro pronto, o trabalho se desenvolveu em 7 meses de pré-produção, 12 dias de gravações e 5 meses na pós produção (que envolve toda finalização das edições de vídeo).

“Eu sempre quis escrever sobre a década de 1920, era um encantamento pessoal. Além disso, também admirava as características europeias e estadunidenses, que constantemente enaltecem suas conquistas históricas e culturais, colocando sempre figuras histórias em seus filmes. Eram esses os detalhes marcantes que eu queria ter no meu trabalho também.” descreveu Amanda.

A partir daí, surgiu o interesse em começar a olhar para o que alguns brasileiros fizeram de bom. Os destaques em diferentes áreas que, por alguma razão, nos fazem sentir tanto orgulho, assim como acontece nos demais países, que inflam o peito e enchem a boca para falar sobre seus “personagens históricos”. O exemplo mais marcante, seguindo as características da cineasta, foram encontradas em Monteiro Lobato, que levou o nome do nosso Brasil para outros países, através do mundo da fantasia infanto-juvenil.

O Canto do Sabiá, foi uma história que nasceu com 4 páginas e hoje acumula 20. Gerou um curta de 20 minutos que leva o nome de Ibitinga, seus patrocinadores e o folclore brasileiro mundo afora, viajando por quase todos os continentes. A obra só não esteve presente (ainda) na Oceania.

SOBRE A PREMIAÇÃO

A obra contou com dois diretores de fotografia: Amanda Dionigi e Henrique Mendes, que tiveram o desafio de trazer uma atmosfera de uma fazenda de 1920, e ao mesmo tempo criar um certo encantamento, já que se tratava também de um filme infanto-juvenil de fantasia.

E para quem pensa que cinema é glamour, foram 12 dias de muito perrengue! A direção de fotografia teve que lidar com chuva, queda de energia, uma onça na mata, câmera que pifou no terceiro dia de gravação, falta de outros equipamentos por erro da própria faculdade, já que todos da equipe na épica eram estudantes.

Portanto, a consagração deste prêmio é uma grande vitória se pensarmos que apesar de todos os obstáculos os talentos que criaram “O CANTO DO SABIÁ” conseguiram tanto reconhecimento ao contar uma história linda dessas.

“Se já era um grande mérito conseguir fazer uma bela fotografia num filme de época e de fantasia, imagina conseguir concebê-lo apesar de todos esses imprevistos? Sinto que vencemos, então, duas vezes! Agradeço demais aos meus queridos diretores de fotografia: Amanda e Henrique, e por acreditarem no meu trabalho como diretora.”, finalizou Amanda Ferrari.

ASSISTA AO FILME

Se você ficou curioso para conferir o resultado deste trabalho, acompanhe todas as nossas publicações da Revista Foco digital. Como o filme ainda está participando de algumas indicações aos festivais, não é permitido disponibilizar o material ao público. Mas, assim que possível você, leitor, também se tornará o nosso telespectador.

Enquanto isso você pode acompanhar as redes sociais do filme e do local da gravação através do Instagram @filme_ocantodosabiabr e @fazenda.voltinha.

Aguardem! 😉

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